IMPLICAÇÕES AMBIENTAIS DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO
DOI:
https://doi.org/10.5327/Z2176-947820180326Palavras-chave:
reserva legal; sensoriamento remoto; landsat; áreas de preservação permanente.Resumo
O Código Florestal Brasileiro de 2012 admite a inclusão da reserva legal
às áreas de preservação permanente e define áreas de uso consolidado.
Assim, esta pesquisa avaliou a evolução espaço-temporal do uso e da
ocupação do solo nas áreas de proteção ambiental, de 2008 a 2016, da
sub-bacia hidrográfica do Rio São Tomé, sul de Minas Gerais, diante do
novo marco florestal legal. A partir de imagens de satélite Landsat de 2008,
2013 e 2016, foram mapeados os usos e as ocupações do solo e as áreas
de preservação permanente. A partir de tais mapas foram identificados os
usos ilegais e as áreas de uso consolidado. Em 2016, 55,66% das áreas de
preservação permanente continham uso ilegal; entretanto, considerando o
uso consolidado, 97,74% da sub-bacia está adequada ao Código, que aponta
para uma lei que defende os recursos florestais e os serviços ambientais
ecossistêmicos com menor rigor.
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