Estimativa da biomassa de cafeeiros em sistemas agroflorestais sob manejo orgânico e convencional em diferentes arranjos

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Ivan Edson da Silva Meireles
Sylvana Naomi Matsumoto
Cristina Andrade Santos Reis
Luanna Fernandes Pereira
Uelinton Soares de Oliveira
Patrícia Anjos Bittencourt Barreto-Garcia
Paula Acácia Silva Ramos

Resumo

Atualmente, os serviços ambientais relativos aos sistemas agroflorestais (SAFs) estão fundamentados em aspectos qualitativos. Entretanto, para que ocorra a consolidação do pagamentos por tais serviços, os diversos fatores que condicionam os SAFs necessitam ser caracterizados. Este estudo teve comoobjetivos analisar se o estoque de biomassa individual de cafeeiros é afetado porSAFs caracterizados por manejo e arranjos distintos dos cafeeiros arábica e das grevíleas, além de verificar se haveria possibilidade de ajuste de equações alométricas para estimar a biomassa seca dos cafeeiros.O experimento foi conduzido em sistemas de cultivo de café (Coffea arabica L.) sob manejo orgânico e convencional arborizado por grevíleas (Grevillea robusta A. Cunn.), localizados nas regiões do Planalto da Conquista e Chapada Diamantina, Bahia. A partir da determinação da biomassa pelo método destrutivo da simples separação, foram estabelecidas equações de estimativa do estoque de biomassa individual dos cafeeiros. Concluiu-se que o sistema de manejo orgânico e convencional são fatores de menor impacto para o acúmulo de biomassa e carbono em relação à fatores como a densidade de cafeeiros e o arranjo das grevíleas. O menor adensamento de cafeeiros é fator que determina a superioridade dos estoques de biomassa individual.A densidade de cafeeiros e arranjo das grevíleas são fatores que determinam modelos alométricos diferenciados para a estimativa de biomassa dos cafeeiros.

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Como Citar
Meireles, I., Matsumoto, S., Reis, C., Pereira, L., Oliveira, U., Barreto-Garcia, P., Prado, T., & Ramos, P. (2020). Estimativa da biomassa de cafeeiros em sistemas agroflorestais sob manejo orgânico e convencional em diferentes arranjos. Revista Brasileira De Ciências Ambientais (Online), (53), 134-147. https://doi.org/10.5327/Z2176-947820190488
Seção
Artigos